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O MINISTÉRIO DE UM FILHO DE DEUS ADOTADO

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06 Abr 2020

O MINISTÉRIO DE UM FILHO DE DEUS ADOTADO

Dr. William Soto Santiago
07 de Maio de 1978
Cayey, Porto Rico

Muito bom dia, amados irmãos. Deus nos continue abençoando a todos nesta preciosa manhã em que podemos nos congregar, para adorar e glorificar ao nosso Deus.

E vamos buscar imediatamente no livro de Apocalipse ou Revelação, capítulo 11. Capítulo 11... E diz assim:

“E foi-me dada uma cana semelhante a uma vara; e chegou o anjo, e disse: Levanta-te, e mede o templo de Deus, e o altar, e os que nele adoram.

E deixa o átrio que está fora do templo, e não o meças; porque foi dado às nações, e pisarão a cidade santa por quarenta e dois meses.

E darei poder às minhas duas testemunhas, e profetizarão por mil duzentos e sessenta dias, vestidas de saco.

Estas são as duas oliveiras e os dois castiçais que estão diante do Deus da terra.

E, se alguém lhes quiser fazer mal, fogo sairá da sua boca, e devorará os seus inimigos; e, se alguém lhes quiser fazer mal, importa que assim seja morto.

Estes têm poder para fechar o céu, para que não chova, nos dias da sua profecia; e têm poder sobre as águas para convertê-las em sangue, e para ferir a terra com toda a sorte de pragas, todas quantas vezes quiserem.

E, quando acabarem o seu testemunho, a besta que sobe do abismo lhes fará guerra, e os vencerá, e os matará.

E jazerão os seus corpos mortos na praça da grande cidade que espiritualmente se chama Sodoma e Egito, onde o nosso Senhor também foi crucificado.

E homens de vários povos, e tribos, e línguas, e nações verão seus corpos mortos por três dias e meio, e não permitirão que os seus corpos mortos sejam postos em sepulcros.

E os que habitam na terra se regozijarão sobre eles, e se alegrarão, e mandarão presentes uns aos outros; porquanto estes dois profetas tinham atormentado os que habitam sobre a terra.

E depois daqueles três dias e meio o espírito de vida, vindo de Deus, entrou neles; e puseram-se sobre seus pés, e caiu grande temor sobre os que os viram.

E ouviram uma grande voz do céu, que lhes dizia: Subi para aqui. E subiram ao céu em uma nuvem; e os seus inimigos os viram.

E naquela mesma hora houve um grande terremoto, e caiu a décima parte da cidade, e no terremoto foram mortos sete mil homens; e os demais ficaram muito atemorizados, e deram glória ao Deus do céu.

É passado o segundo ai; eis que o terceiro ai cedo virá.”

Oremos a Deus:

Deus Eterno, diante de Tua presença estamos. Te damos graças por Tuas bênçãos e te rogamos: fale aos nossos corações nesta manhã. Rogo-te no Nome do Filho de Davi. Amém. Amém.

Podem sentar-se.

Não sei se estão escutando bem... Estão escutando bem tudo, verdade? Nesta manhã veremos o que Deus tem para nós, já que eu não tenho nada nesta manhã. Até a caderneta já deixei de lado. Não a trouxe. E o que trago é um cartãozinho, e está vazio. Assim que, vamos ver o que Deus tem para nós neste capítulo.

Por aqui tem alguns livros. Vejamos o que Deus tem para nós de algum destes livros assim, à medida que for vindo...

Vamos pôr algum tema para o que Deus tenha para nós, já que lemos este capítulo – Apocalipse 11. Isto foi o que lhes pude ler nesta manhã. Vamos pôr então como tema: “O MINISTÉRIO DE UM FILHO DE DEUS ADOTADO”.

O ministério de um filho de Deus adotado, o qual é o que vemos aqui em Apocalipse, capítulo 11. Isso não é outra coisa, senão:

“O MINISTÉRIO DE UM FILHO DE DEUS ADOTADO”.

É por esta causa que encontramos aqui em Apocalipse, capítulo 11, que esse ministério que é visto aí, das Duas Oliveiras, esse ministério de Moisés e Elias, é um ministério de um filho de Deus adotado, no qual estará manifestado esse ministério, e terá autoridade, terá poder para falar o que tenha que falar, e o que fale, há de acontecer.

Não podia ser de outra maneira o capítulo 11 de Apocalipse. É por isso que encontramos no capítulo 10, no versículo 8, que diz:

“E a voz que eu do céu tinha ouvido tornou a falar comigo, e disse: Vai, e toma o livrinho aberto da mão do anjo que está em pé sobre o mar e sobre a terra.

E fui ao anjo, dizendo-lhe: Dá-me o livrinho. E ele disse-me: Toma-o, e come-o, e ele fará amargo o teu ventre, mas na tua boca será doce como mel.

E tomei o livrinho da mão do anjo, e comi-o; e na minha boca era doce como mel; e, havendo-o comido, o meu ventre ficou amargo.

E ele disse-me: Importa que profetizes outra vez a muitos povos, e nações, e línguas e reis.”

E aqui no capítulo 11 já vemos esse ministério profético manifestado aí, porque já todo o Livrinho – todo esse Livro, o comeu. E ao comê-lo, então tem que falar o que tem por dentro. Então, aí a promessa é – que Ele disse que é necessário que profetize outra vez.

Agora, vejam vocês que Apocalipse 11 é um ministério profético. E Apocalipse 11 é o quinto Elias e segundo Moisés. O ministério de Elias estará novamente sobre a Terra para profetizar outra vez. O ministério de Moisés estará novamente sobre a Terra para um ministério profético outra vez.

Agora, vocês vejam que tudo isto é algo simples. É o cumprimento de um filho de Deus adotado.

Recordem que sempre que Deus vai adotar a um filho Seu, Ele faz como sempre fez: Ele o sobe a um monte alto, e aí então é que Ele o adota, e aí é que Ele diz quem é esse filho, e aí é que Ele o identifica, e então Ele diz: “A ele ouvi!”

Portanto, vocês têm que ver, lá no tempo de Moisés, Deus subiu a Moisés a um monte alto, e então, ali Moisés estava numa posição de adoção. Por isso então, depois que Moisés desceu, ele podia falar a Palavra e as coisas aconteciam.

Encontramos que ele esteve ali com as cores – as sete cores do arco-íris. Encontramos que ali ele estava coberto por essas cores, pela glória de Deus. E aquilo que foi visto lá, depois foi visto no Monte da Transfiguração; e depois, isso mesmo seria visto neste tempo final. O quarto Elias disse: “Sempre é um monte.”

Agora, vejam vocês, que sempre é na cima desse monte que se realiza uma adoção. É sempre aí nessa parte de cima do monte onde Deus se manifesta poderosamente e identifica a quem Ele tenha para adotar, e então Ele fala, e diz quem é este que Ele está adotando, que classe de ministério tem, e Ele identifica esse lugar como um lugar de Sua morada, ou dele.

Então Ele lhe dá a Palavra, e lhe diz: “Fala!” E diz ao povo: “A ele ouvi!” Portanto, então temos que ver este tema sobre o qual estamos falando: “UM FILHO DE DEUS ADOTADO.” Deixe-me anotar por aqui para que não esqueça. “UM FILHO DE DEUS ADOTADO.” Agora você pode ver o que significa a Adoção.

Você tem que entender que tudo aquilo que foi visto lá no Monte da Transfiguração, e que, dali então desceu um Filho de Deus adotado; mas estava sendo adotado lá em cima; e foi adotado lá em cima. A Adoção ocorre acima.

Encontramos que aquilo que Deus fez lá em cima, então tinha a ver depois com as coisas que seriam feitas abaixo através desse Filho que foi adotado. Encontramos que de aí em diante haveria algo muito importante que esse Filho adotado haveria de administrar. Os negócios do Pai seriam administrados por Ele. Ele faria a Obra do Pai, a Obra do que o enviou e a Obra do que o adotou.

Encontramos que todo filho vem em nome de seu pai. E quando um filho de Deus é adotado, seu nome é tão bom como o Nome de seu Pai. Então encontramos que isso é assim, porque todo filho vem em nome de seu pai. Se ele vem em Nome de seu Pai, então podemos ver que ele traz o mesmo Nome de seu Pai. E os negócios de seu Pai então são encomendados a ele.

E todo negócio que o Pai haja de fazer daí em diante, será feito através desse filho que foi adotado na Família, porque ele toma as rendas dos negócios do Pai quando é adotado. Enquanto isso, ele está sendo treinado, antes de ser adotado; ele está sendo treinado, está sendo preparado para esse grande ministério, para esse grande trabalho que o espera adiante.

Encontramos que essa forma de adoção que é conhecida no oriente (no leste) – encontramos que é a forma que reflete ou simboliza a forma em que Deus adota a Seus filhos.

Encontramos que a Mensagem para a administração dos bens do Pai – a Mensagem é trazida e estabelecida por esse filho que é adotado. Ele a tem, e ele a traz. E através de sua Mensagem é que são administrados os negócios de seu Pai.

Encontramos também que esse filho é treinado por um tutor. Esse tutor que o treina tem que ser o melhor tutor que o pai possa conseguir. Falando da Adoção para um filho, esse Tutor é o Espírito Santo. Esse foi o Tutor que ensinou a Jesus – aquele Filho de Deus que foi adotado. E esse mesmo Tutor é quem tem que ensinar e guiar a qualquer filho de Deus que vai ser adotado neste tempo.

E conforme a como lemos em Apocalipse, capítulo 11, esse ministério que é manifestado aí, é o ministério de um filho de Deus adotado. Por isso poderá falar a Palavra e as coisas acontecerão. Por isso poderá fazer todas as coisas que tenha que fazer e as coisas acontecerão.

Porque todas as coisas que Deus criou, todas as coisas que Deus tem, todas as coisas que há na Terra e nos Céus, e debaixo da Terra, terão que obedecer a voz desse filho de Deus adotado. Porque ele terá toda a autoridade para fazer todo o trabalho que tenha que fazer, mesmo que tenha que ordenar qualquer coisa que tenha que ordenar. Porque ele terá a autoridade para ordenar o que tenha que ordenar por causa de tê-la recebido na cima do Monte ao ser adotado.

Por exemplo: encontramos que Moisés (que foi um tipo do que é um filho de Deus adotado) depois que já estava nessa posição, e que Deus tinha posto nele Suas Palavras (Sua Palavra em sua boca), encontramos que Deus lhe disse: “Vá, e tire ao povo!”

E depois, quando Moisés estava clamando em frente ao Mar Vermelho, para saber o que fazer, e para que Deus fizesse algo, Deus lhe disse: “Por que clamas a Mim? Por que clamas a Mim? Diga ao povo que caminhe em frente! Fale ao mar para que se abra! Fale o que tu crês que deve ser feito e, o que tu creres que será a solução para o problema, isso vai acontecer. Portanto, tu já o provaste lá quando falaste moscas, quando falaste pragas. Tu já sabes como fazer isso. Portanto, sigas fazendo tudo o que tu tenhas que fazer para administrar corretamente os negócios que te foram encomendados para administrar. Tu tens a Mensagem, tu tens este privilégio, tu tens a autoridade. Por que clamas a Mim? Eu estou em ti. Portanto, tudo o que tu tenhas que fazer será feito.”

Assim que, vocês podem ver o que significa um filho de Deus adotado. Moisés foi o tipo do que um filho de Deus adotado significa.

Encontramos que isso foi lá sob o sangue de bodes, o sangue de ovelhas e coisas assim. Agora, como será um filho de Deus adotado onde o pecado tenha sido tirado completamente?

Encontramos como foi um filho de Deus (que não tinha pecado) adotado, e esse foi Jesus. Não tinha limites no que Ele podia fazer. Mas Ele não fazia nada, senão aquelas coisas que eram de acordo ao Plano de Deus para o tempo em que Ele esteve aqui na Terra.

Portanto, Ele não tinha que fazer nada fora de lugar; somente as

coisas correspondentes para aquele tempo.

Agora, você diz: “Aquele foi um Filho de Deus sem pecado, e foi adotado.”

E agora, quer saber uma coisa? Com o Sangue que Ele derramou na Cruz do Calvário, todos os filhos de Deus que estavam com pecado, seus pecados foram apagados, seus pecados foram tirados; foram enviados ao dono original, que é o diabo. E os filhos de Deus, atualmente, encontram-se sem pecado. Eles não têm o pecado original. Foi desarraigado. Portanto, eles não são pecadores. Eles são redimidos. Eles são pessoas que foram limpas de todo pecado.

Portanto, esses filhos de Deus, neste tempo final, quando chegue o tempo de subir acima, de subir ao lugar correspondente para a Adoção, então esses filhos de Deus são chamados por Deus à parte de cima da Montanha. E a parte de cima da Montanha não é outra, senão: a Era da Pedra Angular. São chamados aí os filhos de Deus que estejam vivendo no tempo de Sua Vinda. Para quê? Para serem adotados.

Agora, entenda bem uma coisa: o Espírito Santo é o Mestre, e os filhos de Deus são adotados na parte de cima. São chamados acima para serem adotados. Você tem que entender que lá nas Eras das Igrejas não há Adoção. Sabemos que o quarto Elias foi adotado. E para ser adotado, ele teve que subir à Era da Pedra Angular, ainda que as demais pessoas não subiram. Mas ele teve que subir.

Encontramos que esse é o lugar correspondente para a Adoção. Esse é o lugar onde Deus chama a Seu povo: no cume da Montanha. Não tem que ser a uma montanha literal, porque há uma Montanha espiritual, que é o quê? Que é a Igreja do Senhor, que está na forma de monte, na forma de pirâmide. Mas é preciso chegar ao cume.

No tempo da primeira Era aí não houve Adoção. No tempo da segunda, terceira, quarta, quinta [...] ou sétima não houve Adoção. Senão que, é no tempo final.

Então, os que estão já no tempo da sétima Era (a qual corresponde ao Século XX) – os filhos de Deus que vivem aí – então eles são ensinados pelo Espírito Santo e são chamados para cima, à Era da Pedra Angular, para receberem a Adoção.

Recordem que o Espírito Santo é o Mestre. Agora, como o Espírito Santo poderá nos ensinar? Lembre-se que Ele é o Mestre. E quando o Espírito Santo esteve aqui sobre a terra, em Jesus, Ele era o Mestre. Por essa causa então, quando Lhe disseram: “Mestre, esta e esta coisa...” – Ele não disse que Ele não era o Mestre. Ele disse que estava correto.

Agora, veja você como o Espírito Santo ensina a Seu povo. Muitas pessoas pensam: “Bom, temos o Espírito Santo. Não precisamos que ninguém nos ensine.” Muitas pessoas pensam que elas mesmas podem, por conta própria, conseguir por aqui e por ali o que cada coisa significa na Palavra de Deus. Porém, pensar dessa maneira é um erro.

O Espírito Santo, através das sete Eras da Igreja, esteve ensinando a Seu povo em cada Era; e esteve ensinando-o através de cada um dos mensageiros. E a Mensagem de cada um dos mensageiros era o ensinamento do Espírito Santo para as pessoas que viviam nesse tempo.

Portanto, Jesus Cristo esteve através de cada um dos mensageiros trazendo Seu ensinamento; Ele continuou sendo o Mestre.

Portanto, essa é a maneira que o Espírito Santo ensina a Seu povo: através de carne humana, através do instrumento que Ele escolheu para esse tempo. De outra forma, não podem ser ensinados.

Por isso temos que ver que os filhos de Deus não podem ser ensinados através das denominações; podemos ver que os filhos de Deus não podem ser ensinados através de diferentes ministros. Em cada tempo Deus tem a uma pessoa, através da qual Ele ensina o que Ele quer que Seus filhos aprendam nesse tempo.

E quando esse Corpo – esse Corpo de Cristo, que é Sua Igreja verdadeira – chega à madurez... E veio madurando através das Eras; através das Eras veio crescendo, veio madurando em conhecimento, através do ensinamento do Espírito de Deus por cada um dos mensageiros. E quando chega ao final, encontramos que é o tempo do Espírito Santo dizer como está esse Corpo Místico do Senhor.

Então, ao chegar a esse tempo de madurez – ou, a essa madurez – então esse Corpo de crentes é subido acima, à Era da Pedra Angular, para quê? Para ser adotado.

Encontramos que, uma coisa – observe – uma coisa é a Adoção de um grupo de crentes como filhos de Deus; e outra coisa é a Adoção de cada filho de Deus como indivíduo; e outra coisa é a Adoção do instrumento de Deus para esse tempo (ou, do ministério correspondente para esse tempo).

Ou seja, temos que saber fazer a separação para não confundirmos tudo; porque o instrumento pode ser adotado e o grupo não estar adotado; ou o grupo pode ser adotado, e nós, como indivíduos, não estarmos adotados. Porque são coisas diferentes. Ainda que seja a mesma Adoção.

Porém, uma coisa é quando Deus a faz no povo como grupo; outra coisa é quando a faz no indivíduo como pessoa; e outra coisa é quando a faz no instrumento de Deus, mensageiro desse tempo, como um indivíduo. E outra coisa também é: a Mensagem. Quando a Mensagem é adotada – uma Mensagem adotada é uma Mensagem que tem que ser ouvida, e que Deus diz: “Esta é a Mensagem! A Ela ouvi!”

Não a Mensagem da primeira Dispensação, ou da segunda, senão: a Mensagem correspondente para ser ouvida nesta Terra. Portanto, quando essa Mensagem é adotada, então é a Mensagem que Deus quer que seja escutada.

Bom, temos que entender essas coisas para assim saber por onde vamos; e ver as coisas que são adotadas.

Agora, observe: a Adoção é quando Deus põe a Pedra de Coroa na Pirâmide. Recorde que o povo de Deus, a Igreja, o Corpo de Cristo que veio através das sete Eras da Igreja, este Corpo está tipificado por uma pirâmide. Mas quando Deus põe a Pedra Angular a esse Corpo, a essa Igreja, é quando Deus coloca a essa Igreja a Era da Pedra Angular. E quando Deus lhe coloca a Era da Pedra Angular, então essa Igreja, como o Corpo do Senhor, foi coroada. Vê?

Uma Era perfeita coroa as outras Eras que não eram perfeitas. E então, isso faz com que todas as Eras cheguem à perfeição. Porque o que aperfeiçoa as sete Eras é: a Pedra Angular, a Pedra de cabeceira.

Agora, entenda isto: nenhuma das sete Eras da Igreja foi perfeita; porém, as pessoas que viveram nessas Eras (que eram dos escolhidos) tampouco chegaram à perfeição, porquanto não viveram numa Era perfeita. Mas quando chega o tempo de uma Era perfeita – a Era da Pedra Angular – quando chega essa Era, ao chegar essa Era, ao começar essa Era, automaticamente então as Eras passadas chegam à perfeição.

 E entenda bem isto: o que aperfeiçoa a Era Luterana e Wesleyana e Pentecostal e todas as demais Eras é a Era da Pedra Angular. Mas essas Eras passadas já terminaram, mas os escolhidos que viveram nessas Eras pertencem a essas Eras, e então eles chegam à perfeição na Era da Pedra Angular.

Ao chegar a esse tempo da Era da Pedra Angular, então eles têm que receber o quê? Eles têm que receber essa Era da Pedra Angular. Então eles vêm formar parte, eles vêm se unir a essa Pedra Angular. Ao se unirem, então o Edifício é formado por completo, e então, ao ocorrer isto nesta Era da Pedra Angular, esta Era da Pedra Angular, por si só, é uma Pirâmide. Nesta Era da Pedra Angular, por si só, estão todas as Eras passadas; está tudo; mas condensado na Era da Pedra Angular.

É por isso que os escolhidos das Eras passadas vão aparecer em qual Era? Em qual Era vão ressuscitar? Na primeira Era? Aí morreram. Na segunda Era? Aí morreram também os da segunda. E os da primeira não ressuscitaram na segunda Era.

E encontramos que em nenhuma das Eras (das sete Eras), em nenhuma delas ocorreu a ressurreição, senão, quando terminam as Eras, então é o tempo para a ressurreição, porque é o tempo da Era da Pedra Angular, a qual esteve se entrelaçando com a sétima Era; porque as Eras se entrelaçam. Mas a Era da Pedra Angular, sendo uma Era perfeita, sendo uma Era eterna, antão aí nessa Era é que vão ressuscitar os santos que morreram nas Eras passadas.

Por isso encontramos que eles não são aperfeiçoados sem nós. Eles não são aperfeiçoados sem a Era da Pedra Angular. Eles não são aperfeiçoados sem essa Era.

Portanto, nós temos que chegar a essa Era, nós temos que ser adotados para poder trazer aos santos que partiram nas Eras passadas.

Porque uma Era perfeita, com pessoas que cheguem à perfeição, com uma Mensagem perfeita, então isso automaticamente faz com que sejam aperfeiçoados os santos do passado. Por tal motivo, então temos que ver onde nos encontramos. Temos que ver que nos encontramos na cima da montanha, na Era da Pedra Angular, onde Deus nos chamou, onde Deus nos subiu com um propósito.

Onde é o desafio? Na cima do Monte. Mas na cima de qual monte? O primeiro foi na cima do Monte Carmelo no tempo de Elias. O segundo foi no Monte da Transfiguração com Jesus e com os que estiveram ali presentes como testemunhas. E o terceiro desafio é no Monte Sião. E o Monte Sião é a Igreja verdadeira do Senhor, é a Noiva do Senhor. E aí na cima do Monte Sião é o desafio – o terceiro desafio.

Agora, notem vocês que, sempre em cada um desses desafios, quem esteve? Elias. Elias esteve no primeiro desafio. Elias esteve no segundo desafio lá com Moisés e com Jesus. E, conforme a promessa, conforme a ordem de Sua Segunda Vinda, na Segunda Vinda do Senhor no Monte Sião (na cima do Monte, onde será cumprida Sua Segunda Vinda) aí estará também Moisés e Elias.

Portanto, aí será o desafio. É um desafio grande. E é um desafio no qual a glória de Deus se manifesta aí em cima, e Deus diz a quem é preciso ouvir e qual é a Mensagem que é preciso ouvir.

Neste tempo em que há tantas religiões, neste tempo em que há tantas maneiras de crer a Palavra... As pessoas dizem: “A quem vamos ouvir?”

Deus diz, na cima do Monte Sião a quem é preciso ouvir, e diz qual é a Mensagem correta para este tempo. Porque Deus estará adotando aí a um filho de Deus. E juntamente com ele estará a adotando a todos os filhos de Deus que estarão vivendo neste tempo. E aí estará adotada a Mensagem que tem que ser proclamada nesta Terra.

Quero ler aqui na página 32 da Mensagem “Eu Acuso Esta Geração”... “Eu Acuso Esta Geração Pela Segunda Crucificação de Jesus Cristo” ...

Agora, esta é uma Mensagem muito importante, e eu tenho estado por anos evitando adentrar nesta Mensagem; mas eu creio que já será muito difícil seguir evitando-a. Eu li uma ou duas vezes esta Mensagem, e a tenho bastante marcada, como vocês podem ver. Os índices... O índice está escrito pela frente, por dentro... Marcado por dentro também. Escrito por dentro, por fora, por toda parte. E é uma Mensagem muito importante. E é uma Mensagem muito definitiva, é uma Mensagem muito decisiva para este mundo completo.

Eu tenho tratado de evitar esta Mensagem – ou – evitado de adentrar-me a ela e de pregar sobre ela; e somente, em muitas ocasiões, toquei sobre ela e nada mais, porém, não quis adentrar-me, porque sei que depois que adentre-me por completo a esta Mensagem, e pregue sobre esta Mensagem...

Aqui o quarto Elias acusa esta geração. Mas eu creio que virá um dia onde Apocalipse 11 estará condenando esta geração. Porque Apocalipse 11, conforme a como lemos aí, e conforme a como o quarto Elias nos diz nos Selos, diz que o ministério de Moisés e Elias, diz que é para o quê? Para condenar este mundo, para condenar a natureza, a humanidade, e para tudo.

As pessoas não sabem o que é o ministério de Apocalipse 11. As pessoas não sabem para o quê é o ministério desse filho de Deus que será adotado. Já encontramos que através de um filho de Deus adotado (o quarto Elias) esta geração foi acusada; os ministros denominacionais foram acusados; todos aqueles que distorcem a Palavra, e acrescentam ou tiram à Palavra, foram acusados. Mas vem um dia em que a condenação será tão real para todos os que atuaram dessa maneira, ou seja, o juízo cairá sobre eles de tal maneira que não haverá lugar para escapar. Porque o quarto Elias já os acusou.

E, conforme ao quarto Elias, ele disse: “Eu vos acuso e vos condeno!”

Agora, encontramos que com o surgimento do Leão da Tribo de Judá, o Cordeiro se convertendo em Leão, converte-se de Intercessor a o quê? A Juiz. E com o surgimento do Leão da Tribo de Judá como Juiz, então um promotor...

Quase sempre os promotores são advogados. O irmão Branham diz: “Deixem-me atuar como um promotor.” Ele veio atuar como um advogado-promotor para acusar. E todo promotor o que faz é: trazer uma acusação diante de um juiz, e numa sala de juízo. E ele apresenta aos acusados, e em seguida, apresenta sua acusação. E depois coloca como testemunha: a Palavra. A Palavra de Deus é a testemunha que diz e que atesta de que os viu – ou foram vistos ou pegos – fazendo as coisas que foram ditas que foram feitas.

E o promotor – o que o promotor faz é: acusar. Um promotor nunca aparece numa corte defendendo a um acusado. Nunca aparece numa corte defendendo ao acusado, mesmo que ele seja advogado também. Um bom promotor tem que ser advogado para saber como o advogado que vai defender a esse acusado... Saber como o advogado vai tratar de defendê-lo.

Então o promotor tem que preparar a acusação de tal maneira que, o advogado que fará a defesa tenha que falhar em defender a seu acusado. Ou seja, que o próprio advogado de defesa tenha que se dar conta de que a acusação é correta e que o homem é culpado.

Bom, encontramos que uma acusação de um promotor não surte nada a menos que o juiz e o grupo de... Como é que se chama? O júri. Ponham-se de acordo, e encontrem ao acusado culpado. E toda coisa que venha para defender a esse acusado, pois não será tomada como válida para inocentar a pessoa.

Assim que, vejam vocês, há uma acusação. E o promotor é advogado. E o Juiz também é Advogado. Porque é Cordeiro, e o Cordeiro se converteu em Leão. Primeiro, de Advogado, depois passou ao quê? A Juiz. Porque como Cordeiro, Ele é um Advogado, mas depois, quando passa a ser Juiz, já sabe qualquer trâmite que o advogado que defenderá a esse acusado – sabe toda manha que pode usar – porque Ele já foi Advogado. Ele já soube como defender seus casos que ele havia tido primeiro. E soube como absolver aos que foram inocentados. Porque eles foram inocentados porque eram filhos de Deus que foram pegos por engano no pecado.

E depois de ter terminado Seu trabalho como Advogado e não ter perdido um caso, então Ele já sabe quais são as leis estabelecidas; Ele sabe, Ele conhece as Leis de Deus, Ele conhece as Leis do Tribunal; e em seguida Ele vem a ser Juiz.

Quanto ao caso dos filhos de Deus, pois foi resolvido. Porque Ele sendo Advogado também é Juiz, e então soube como, legalmente, resolver o problema dos filhos de Deus, e saíram absolvidos! Mas, em seguida corresponde então o caso com os filhos do mundo. Então corresponde o caso... [problema no áudio] ...os judeus, na Primeira Vinda do Senhor por terem-no crucificado e por terem-no entregado em mãos iníquas para que fosse morto.

Agora, veja você, que a coisa é bem séria neste tempo em que nós vivemos. Os ministros denominacionais ou com espírito denominacional são acusados neste tempo. E quem os acusa é o quarto Elias, nada menos. O quarto Elias é quem os acusa como promotor que ele se coloca, e toma como testemunha a Palavra. Que testemunha! Uma testemunha que não volta para trás. Uma testemunha que diz as coisas da maneira que são vistas ante seus olhos.

E ante a Palavra de Deus, a atuação dos ministros deste Século XX é apontada e é declarada pela Palavra de Deus, como o quê? Como que eles fizeram essas coisas que o promotor está dizendo que eles fizeram.

Portanto, veja você que todo promotor, pois tem que preparar bem o caso que vai apresentar, para que o juiz – veja – um promotor tem que convencer ao juiz de que esse homem é culpado. E o próprio promotor tem que estar convencido de que esse homem é culpado.

Depois, não é o promotor quem decide. Não é o promotor quem decide se esse homem é ou não é culpado. É o juiz. Com quem? Com os jurados. O juiz com os jurados são os que decidem se esse homem é culpado ou não.

Não importa a acusação que façam a uma pessoa. Não importa. Depois o que importa é o que o juiz decidiu. De acordo ao que os jurados viram, pesaram por um lado e por outro, as coisas. E os jurados e o juiz têm que ver as coisas de acordo à intenção do coração das pessoas.

E então, observe: após uma acusação, e depois, em um juízo, após ser apresentada a acusação, após as testemunhas terem se apresentado, após tudo ser apresentado e o advogado que vai defender a esse acusado ter se apresentado, depois de tudo isso, a última coisa qual é? A sentença.

Lembre-se que o promotor diz: “São culpados! E eu os acuso! E são culpados! Eu os declaro: culpados!”

Mas com tudo isso, ainda não pode receber nenhum juízo. Ou seja, não pode receber nenhuma sentença. Porque o juízo não terminou, devido que, a quem corresponde declarar a sentença e então lhe sobrevenha o juízo ou lhe sobrevenha a sentença que seja, é ao juiz.

Agora vejam vocês, que o promotor pede a pena máxima para uma classe de caso de esse. Um promotor sempre tem que fazer isso. Porque ele conhece quais são as leis e conhece quais são as sentenças que correspondem a cada ato ou a cada crime ou a cada violação da lei. Porém, tudo depende depois do juiz com quem? Deixa-me anotar por aqui, porque... Com o júri. O juiz e o júri são os que então determinam.

Por isso foi que Daniel viu ao Juiz que se assentou na cadeira, e foram postas mais cadeiras para o juízo. Esses são os escolhidos, são os jurados, os quais julgarão, os quais determinarão o caso que foi apresentado.

Bom, assim é que, vocês podem ver então: o Juiz se assentou em sua cadeira (cadeira de juízo) e foram postas mais cadeiras, e também se assentaram os que haveriam de julgar.

Agora vejam vocês, não é só o juiz quem julga. O juiz leva a voz cantante, mas o juiz julga com o júri de acordo. E depois que estão de acordo, diante do juiz é que se vê se são ou não são culpados. Diante do juiz e do júri.

A acusação – tudo isso está bem feito, porém, o promotor com a testemunha sempre tratarão de convencer ao juiz e ao júri de que esse homem acusado é culpado.

Depois vem o advogado do lado oposto para tratar de que esse homem seja inocentado. Assim que, o promotor e a testemunha tratam de provar e de convencer ao júri e ao juiz de que esse homem é culpado e que merece o peso de toda a lei, merece a sentença correspondente aos atos que o promotor está provando que cometeu esse réu. E o advogado do lado oposto estará tratando de provar e convencer ao júri e ao juiz de que esse homem que está sendo acusado é inocente.

Agora, todo juiz e todo júri está consciente da responsabilidade que está sobre seus ombros. E todo júri e todo juiz sincero sempre tratará de não se deixar convencer nem pelo promotor e as testemunhas nem pelo advogado de defesa.

O juiz e o júri, sinceros e conscientes, tratarão de tomar toda a acusação que trouxe o promotor e as testemunhas – tudo o que as testemunhas falaram; e depois, também escutará ao advogado do lado oposto; e depois pesará bem na balança da justiça todas as provas que existem. Então pesará tudo, e então a balança penderá ao lado justo.

E o juiz (juntamente com o júri) dirá se esse acusado é culpado ou não é culpado. E se é encontrado culpado, então será dito... O juiz diz... Observem: o juiz diz: “Este júri encontrou tal pessoa culpada.”

Portanto, então não sei se preparam para o dia seguinte para ditar a

sentença.

Encontramos que Apocalipse 11 é a sentença da culpabilidade deste mundo ter sido achado...

Esta humanidade, esta geração foi encontrada culpada da segunda crucificação do Senhor.

Encontramos que este mundo religioso, esta dispensação gentia, e este mundo gentio que proclama estar na segunda dispensação, e que proclama ser um mundo cristão, será achado culpado, conforme a como está em Apocalipse 11. Porque aí vemos a sentença sendo cumprida. Aí vemos que a sentença é a pena estabelecida para este mundo religioso.

Encontramos então que terão que pagar pelo pecado que cometeram. Assim como os judeus tiveram que pagar pelo pecado que cometeram. Eles cometeram o pecado de terem crucificado ao Messias. E ao fazerem isso, e dizerem: “Que Seu Sangue seja sobre nós.”, então tiveram que pagar por esse pecado. E em pouquinho tempo Jerusalém foi destruída; o templo foi destruído; e encontramos que foram espalhados pelo mundo inteiro, e sobre eles vieram pragas – diferentes pragas – e encontramos que morreram aos milhões.

Encontramos que eles tiveram que pagar pelo pecado que cometeram: de terem crucificado ao Senhor, a seu Messias quando veio na Primeira Vinda.

Encontramos que os gentios terão que pagar pela segunda crucificação do Senhor. E as pragas que hão de vir, os juízos que hão de vir, isso será a sentença que será falada. Porque nos é dito em Apocalipse 11, que toda sentença, toda praga que seja falada para que venha, há de vir.

Portanto, assim será. Terão que passar, então, à grande tribulação. Todos os que forem achados culpados terão que passar à grande tribulação para receberem o quê? Para receberem a recompensa do crime que cometeram. Terão então que pagar na grande tribulação o que eles fizeram. Toda pessoa que seja achada culpada, você já pode ver o que lhe espera.

 

Portanto, toda pessoa neste tempo que tenha sido encontrada metida entre aqueles que estiveram crucificando a Cristo pela segunda vez, é chamada (toda pessoa) ao arrependimento, e reconhecer que crucificou a Cristo pela segunda vez. Isso será proclamado neste tempo para os que queiram escapar. Quem não queira escapar, então terá que sofrer as consequências que hão de vir.

Bom, então você já pode ver o que significa tudo isto. Esta Mensagem então é maior do que você e eu possamos imaginar. Aqui está mostrado o que há de acontecer. Aqui está mostrado o juízo neste tempo final. Como começou esse juízo, como esse tribunal foi estabelecido; como tudo começou, e como há de terminar também.

Assim que, estaremos presentes neste tempo. Estaremos presentes para dar nosso “amém!” à acusação que o quarto Elias, como promotor e como advogado – como promotor-advogado esteve acusando a esta geração.

Portanto, vocês podem ver a hora à qual nos achegamos. É uma hora muito delicada e uma hora muito grande. Vocês sabem que em toda corte há recesso. Muitas pessoas, pois, veem os recessos que há, e depois dos recessos é que então lhes corresponde a outras pessoas trabalhar.

Assim que, vocês podem ver como o promotor apresentou todo o caso, toda a acusação, trouxe testemunha e tudo; e em seguida, terminou a parte do promotor e a acusação está redigida e apresentada. E agora, houve um recesso para examinar a acusação; para examinar tudo. E agora tudo está se preparando para quê? Para ditar a sentença. Assim que, eu creio que temos examinado tudo, temos visto tudo o que esteve se passando e estamos na maior de todas as horas de todos os tempos.

Agora vejam, estamos num desafio. Não lembro se lhes li isto... Diz, na página 33 da Mensagem “Eu Acuso Esta Geração” , que era o que ia lhes ler, diz...

Está falando aí sobre inúmeras coisas... Diz, falando acerca dos luteranos:

“Porque quando um homem vê a estes luteranos, presbiterianos, metodistas, tratando de vir nestes últimos dias para receber o Espírito Santo... Por quê? Porque vocês sabem que eles não O recebem. Bom, eles podem falar em línguas e pular para cima e para baixo... Mas vigiem o que se passa. Eles absolutamente... É um sinal de que o tempo terminou. Estamos no fim. Ao máximo, em qualquer tempo a Igreja poderá ouvir o desafio...”

Oh! A Igreja poderá ouvir o desafio. Mas qual desafio? E para quê?

“...A Igreja poderá ouvir o desafio para: VEM! SOBE AO ALTO!”

Assim que, vocês podem ver qual é o desafio que a Igreja ouve.

“...A Igreja poderá ouvir o desafio para: VEM! SOBE AO ALTO! Amém! Exatamente. Pondo-se em ordem.”

Assim que, vocês podem ver esse desafio no Monte Sião. E o desafio é na cima do Monte. E o desafio é: subir acima para uma Adoção, para ouvir as coisas que têm que ser ouvidas depois das Eras da Igreja: os Trovões, o Nome novo, a Fé para o Rapto, o Avivamento da Noiva verdadeira (o qual é produzido pelos Trovões) e todas estas coisas.

A Fé para o Rapto e tudo isto; a Revelação para o Rapto (e tudo isto) está onde? Em nenhuma das Eras passadas, senão, acima, no alto, onde o povo do Senhor é chamado a subir acima. E aí no Monte Sião, na cima do Monte, aí é o desafio. Vê você?

Assim que, nesse desafio é onde estamos colocados e onde estamos parados e onde subimos: é na cima do Monte. E aí é onde está estabelecido esse juízo e onde estão acusados todos os que atuaram denominacionalmente; onde são acusados e serão condenados os que são achados culpados da segunda crucificação do Senhor.

Nenhuma das Eras passadas acusou nem condenou aos que crucificaram ao Senhor pela segunda vez; porque não era o tempo para fazer isso. Mas a Era da Pedra Angular – e nessa Era – são acusados e são condenados os que são achados culpados da segunda crucificação do Senhor.

Agora, veja você. Quando o Senhor morreu em Sua Primeira Vinda, na primeira crucificação, os da primeira Dispensação O crucificaram; mandaram matá-lo; e em seguida, foram acusados e foram achados culpados, onde? Na Dispensação que começou. Foram achados culpados e foram acusados na segunda Dispensação. Quando a segunda Dispensação começou.

E os que foram achados culpados (e condenados) foram os da primeira Dispensação. Os da segunda acusaram e condenaram aos da primeira.

Os da terceira acusarão e condenarão aos da segunda Dispensação, que crucificaram pela segunda vez ao Senhor Jesus Cristo.

Portanto, podemos ver então onde estamos. Podemos ver onde nos achamos. Podemos ver as coisas que estão acontecendo, e podemos nos dar conta do propósito de Apocalipse 11. Nos é dito que o Sexto Selo é: o fim do mundo. Nos é dito que o Sexto Selo é: o juízo do mundo. Nos é dito que o Sexto Selo é: a condenação do mundo. Nos é dito que o Sexto Selo é: o ministério de Moisés e Elias.

E é o Ministério de Juízo. É um Ministério de Juízo. Por isso é que o Senhor em Sua Segunda Vinda (com Moisés e Elias) se apresenta como Juiz, como Leão – como o Leão da Tribo de Judá – para julgar a este mundo que rejeitou e crucificou ao Senhor por segunda vez.

Vamos ver aqui com atenção, para que vocês possam se dar conta. Página 86 dos Selos. É-nos dito:

“Agora, os Selos foram abertos na última Era da Igreja para revelar estas verdades. O Cordeiro abriu os Selos e os revelou à Sua Igreja, para assim recolher Seus súditos para Seu Reino.”

Então Ele os recolhe para Seu Reino. Os coloca na Era do Reino e na Dispensação do Reino.

“Sua Noiva. Vê você? Oh! Veja. Ele agora quer trazer a Seus súditos para Si mesmo. Como fará isso? Do pó da terra, das profundezas do mar, dos abismos e de todas as partes onde foram colocados: das regiões de trevas, do Paraíso, e de onde queira que se encontrem. Ele os chamará, e eles responderão. Amém e amém! Ele os chamará, e eles responderão. Ele vem para levar a Seus súditos.”

Ele vem conforme a Sua ordem para levar a Seus súditos.

“Ele revelou Seus segredos a eles; e eles O reconheceram. Logo, para esse tempo, o tempo não será mais. Já se acabou! Terminou!

Bem, agora Ele deixa o Trono onde esteve como Cordeiro Intercessor para ser o Leão – um Rei – para trazer o mundo a juízo, o qual rejeitou Sua Mensagem. Ele já não é Mediador. Lembre-se do ensinamento do Antigo Testamento: quando o sangue se apartava do propiciatório, o que acontecia? Convertia-se em tribunal de juízo. E agora, quando o Cordeiro imolado saiu da Eternidade, do Trono do Pai e tomou Seus direitos, foi então um Tribunal de Juízo. E então Ele já não é um Cordeiro, senão, um Leão. O Rei. E clama por Sua Rainha: que venha a parar-se a Seu lado. ‘Ou não sabeis que os Santos hão de julgar ao mundo?’ – Primeira de Coríntios 6:2

Daniel disse, no capítulo 7, versículo 10:

‘O Juiz se assentou, e os livros foram abertos. E milhões de milhões serviam diante dele.’” (O Rei e a Rainha.)

O Juiz e o quê? E o júri. Quando isso ocorre? Quando o Cordeiro se converte em Leão. E então, o juízo está diante da humanidade, e então são trazidos a juízo; e é um Tribunal de Juízo. E então o Cordeiro se converte em Leão. Já não haverá Sangue sobre o Propiciatório. Assim que, já então: “Ele clama por Sua Rainha: que venha a parar-se a Seu lado.” Para quê? “Não sabeis que os Santos hão de julgar ao mundo?” Então tem que se parar a Seu lado para quê? Para ser o júri, junto ao Juiz.

“...‘O Juiz se assentou, e os livros foram abertos.’”

E aí se param: o Rei e a Rainha.

Os Santos hão de julgar ao mundo. Os Santos serão os que terão esse direito, esse privilégio que será concedido a eles, porque assim está prometido.

Assim que, você pode ver a hora em que nós estamos vivendo.

Veja, aqui diz, na página 267 das Eras:

“Trazei a estes meus inimigos... (diz)... Mas vem o dia, quando o Senhor dirá: ‘Trazei a estes meus inimigos perante mim e matai-os! Então quando Sua indignação justa caia sobre os blasfemadores, será quando os justos estarão com seu Senhor. Os justos vindo com Ele em glória...”

E como Ele vem em glória? Conforme a ordem de Sua Vinda. O Filho do Homem virá glorificado conforme a ordem de Sua Vinda: com Moisés e Elias. E também, quem há de vir com Ele? Os Santos, os escolhidos, estarão com Ele.

“Os justos, vindo com Ele em glória, destruirão àqueles que destruíram a terra. (O que farão?) Destruirão àqueles que destruíram a terra e arruinaram aos Santos de Deus. Esta foi a Era de dar a outra face...”

A segunda Dispensação foi a Era ou Dispensação de dar a outra face, de sofrimentos terríveis. E a Era de Tiatira também foi uma Era assim.

“...Mas vem um dia quando a Verdade prevalecerá. E quem poderá resistir a seu Fogo...?”

Recorde que em Apocalipse 11 e Apocalipse 19 diz que de Sua boca sai Fogo; e sai uma Espada aguda, para com ela ferir a todas as nações.

“E quem poderá resistir a seu Fogo e estar a salvo? Somente os redimidos do Senhor.”

Assim que, vocês podem ver todas estas coisas que estão prometidas aí. Vocês podem ver o que aguarda aos redimidos. Para eles, tudo o que haverá será: BÊNÇÃO.  Mas para os que são achados culpados da segunda crucificação do Senhor – para os gentios – então as coisas não serão como foram nas Eras.

Agora, veja você. O grupo... Os escolhidos, a Noiva que se para com o Noivo, com o Esposo; a Noiva que as para junto a Ele, veja o que escutará, veja o que terá e veja o que poderá fazer, e veja as coisas que Ele lhe dirá. E, com essas coisas que Ele lhe dirá, então Ela também terá autoridade.

Porque, veja você. Num tribunal e num juízo – observe – os únicos que têm autoridade para decidir e para condenar ou libertar, não é o advogado, não é o promotor, não é a testemunha – ainda que o testemunho da testemunha seja decisivo – senão que, os que têm suas mãos a chave para decidir se ficam livres ou são sentenciados – ou – se são achados culpados, pois então se lhes aplica a sentença que corresponde a essa classe de culpabilidade ou a essa classe de atitudes que são violações à lei.

Mas os únicos que têm a autoridade de decidir e condenar, quem são? O júri e o juiz.

Quem são os que terão a autoridade para decidir o juízo e decidir se são culpados, e depois, decidir a classe de pena que lhes corresponde receber? O Júri com o Juiz.

Se o Júri não servisse, seria mudado. Mas esse Júri que está aqui na Palavra, que vai executar esse trabalho, esse Júri a Escritura diz que sim. Está prometido que esse é o Júri que corresponde realizar esse trabalho. Por isso é dito que são o quê?

Observe: o Júri é escolhido para esse trabalho. Então o Júri são os escolhidos, são os verdadeiros crentes deste tempo; é a Noiva verdadeira do Senhor que é chamada a se colocar ao lado do Juiz. O Júri é sempre quem está ao lado do Juiz.

Então a Noiva é colocada (os verdadeiros crentes) ao lado do Leão da Tribo de Judá, do Juiz, para ver o caso com atenção; ver a acusação que existe; ver as atitudes que cometeram, e então decidir e ver se são culpados ou não.

E em seguida, então, se forem achados culpados, então proclamar que são achados culpados por esse Tribunal: pelo Tribunal de Cristo, pelo Tribunal do Leão da Tribo de Judá, que está composto por Seu Júri, que são: os escolhidos, a verdadeira Noiva, os verdadeiros escolhidos desse tempo, que estarão onde? Eles estarão ao lado do Juiz, sentados em suas cadeiras.

Assim que, eles estão em um Trono de quê? De juízo. Portanto, já não há Trono de Misericórdia, senão, Trono de Juízo.

Agora observe: para esses escolhidos, para essa Noiva verdadeira poder estar qualificada, para pertencer a esse Júri, observe, tem que ter um bom testemunho; suas vidas têm que respaldar; têm que ser conhecidos por suas vidas. Para o júri não é qualquer pessoa que serve. E o júri – ou – uma pessoa que pertence ao júri, tal pessoa não escolheu ser do júri, antes, é a corte quem a escolhe. E é ela quem escolhe ou rejeita. Portanto, a corte é quem diz e quem decide com relação a esses que estarão como júri ao lado do juiz.

E nesta ocasião corresponde estar ao lado do Juiz Justo, ao lado do Leão da Tribo de Judá: o Rei dos Reis e Senhor dos Senhores. Assim que, o caso será solucionado em Justiça. Em toda a Justiça de Deus. Ninguém sairá culpado se não é culpado. Mas ninguém sairá inocente se é culpado.

Assim que, veja como é que para poder se qualificar e para esse Júri poder decidir a sentença para essas pessoas, veja como esse Júri é preparado por Deus. E veja você também aí que a mesma autoridade que tem o Juiz a tem o Júri. A mesma autoridade que terá o Leão da Tribo de Judá (o Esposo), a terá a Noiva.

Na página 254 dos Selos, diz:

“Agora, ontem à noite vimos que vinha com sua grande espada para matar.”

E isso foi... Aqui temos, antes, ao anticristo com uma espada para matar. Mas observe:

“E também vimos que ele foi morto com a Espada: a Espada da Palavra.”

A Espada da Palavra matará ao anticristo. E o anticristo também vem com uma espada, mas não é a espada da Palavra.

“A Palavra de Deus é uma Espada de Dois Gumes que o matará.”

A Palavra de Deus é uma Espada de Dois Gumes que o matará.

E até quando é preciso esperar para ver isto? Até quando é preciso esperar para ver a essa Espada matando ao anticristo, matando a todos os inimigos, matando a todos os que forem achados culpados? Teremos que esperar até quando? Nos é dito:

“Você espere até que esses Trovões pronunciem Suas Vozes! E aquele grupo que, em verdade, pode tomar a Palavra de Deus...”

“Aquele grupo”. E qual será esse grupo? Esse grupo será o Júri que estará com o Juiz. Bom, diz:

“Você espere até que esses Sete Trovões pronunciem Suas Vozes...”

E esses Sete Trovões produzem Suas Vozes. E esse que tem os Trovões, quem é? O Juiz, o Leão da Tribo de Judá, o Anjo Forte que ruge como um leão, porque é Juiz. E Sete Trovões emitem Suas Vozes. Então você espere até que o Juiz fale. Você espere até que o Juiz, o Leão da Tribo de Judá, ruja como um Leão e Sete Trovões pronunciem Suas Vozes.

“E aquele grupo que, em verdade, pode tomar a Palavra de Deus...”

E aquele grupo que, em verdade, pode tomar a Palavra de Deus que é ouvida nesses Trovões. Porque os Trovões são a Palavra de Deus e a Voz de Deus que vem manifestada, e que é ouvida quando o Leão da Tribo de Judá clama, quando o Leão da Tribo de Judá fala. E então os Trovões são ouvidos. É a Voz de Deus. E os que podem tomar essa Voz de Deus, essa Voz dos Trovões, essa Mensagem, essa Revelação dos Trovões:

“Então cortará (aquele grupinho) e partirá (pode cortar e pode partir) . Poderão fechar o céu. Poderão fazer isto ou aquilo. Ou o que lhes agradar.”

Vê você que o Juiz e Seu Tribunal, Seu Júri, têm a autoridade e têm poder para fazer o que lhes agrade fazer? Mas eles farão o que será justo fazer.

Eles julgarão corretamente, porque eles terão o quê? A Palavra. Terão a revelação dos Trovões, porque o Juiz a passa a Seu Júri. Porque o Juiz é quem tem os Trovões. Então o Juiz troveja desde Seu lugar, e então o Júri ouve e tem a mesma revelação. Então o Júri e o Juiz têm o quê? Têm a mesma Lei, têm o mesmo Conhecimento, têm a mesma Palavra. Portanto, podem julgar de acordo a essa Palavra. Podem julgar de acordo à revelação dos Trovões.

Escute bem isso: o Juiz (com Seu Tribunal, com Seu Júri) há de julgar o caso neste Século XX de acordo à revelação dos Trovões. Portanto, você já saberá então como vai estar se desenrolando o resto deste Juízo. Porque será um Juízo final. Será um Juízo... Já que não haverá mais Eras para juízo, senão que, sendo uma Era eterna, este será um Juízo que porá fim a todas as coisas: porá fim às Eras, porá fim a este mundo gentio, porá fim aos governos gentios, porá fim a todas as coisas.

Assim que, você pode ver como será vista toda pessoa e todo grupo; como será visto neste tempo diante desse Júri. Assim que, o que contará será como esse grupinho (que será o Júri) com o Juiz verão a coisa. Como verão a coisa. E a coisa é que: qualquer advogado do lado oposto que trate de defender aos culpados terá que encarar a um Juiz que primeiro foi Advogado. E se esse Juiz primeiro foi Advogado e tirou aos inocentes livres, Ele não deixará que uma pessoa que seja inocente seja culpada. Mas tampouco deixará que escape como sendo inocente alguém que seja culpado.

E para isso, Ele terá um Júri que – entre o Júri e o Juiz decidirão...

Observe: o Júri pode dizer: “O encontramos culpado! E é culpado! E deve-se lhe aplicar a pena máxima que há para esses casos.” Bom, contudo isso, todavia, se o Juiz não se para, e diz: “Eu também encontro que são culpados.” E então prepara a sentença e a dita... Até que o Juiz não o faça, todavia, mesmo que o Júri diga: “O encontramos culpado!” Todavia não pode receber o quê? A sentença. Todavia não pode receber o juízo. Todavia não pode entrar à grande tribulação. Vê? Onde estarão presos aí, pagando por tudo o que fizeram.

Porém, depois que o Juiz lhes declare culpados, então é que se pede que se cumpra a sentença. Sentencia-lhes, e depois ordena que se cumpra a sentença, e então a sentença cai sobre eles. E não tem quem a despinte. E não há apelação. Porque é a Corte Suprema dando o ultimato no caso. Não há outra corte. A que corte vão apelar? Se é a Corte Divina, a Corte Suprema. E o Juiz é o Leão da Tribo de Judá. E o Júri é o grupo de escolhidos verdadeiros, onde a Palavra se fez carne neles; os quais têm a Palavra encarnada, porque ouviram os Trovões.

Portanto, então eles não poderão julgar injustamente. Eles – nem o Juiz nem o Júri – podem ser pessoas que guardam rancor; nem podem ser pessoas que abrigam ódio em seu coração. Porque um juiz ou um júri que abriga ódio em seu coração, ou, que em seu coração abriga rebeldia e coisas assim, esse não serve para o júri nem para um juiz. Porque se inclinará mal e vai atuar por vingança, porque não gosta da cara de fulano, pois, ou porque o fulano fez algo para ele, vá, e diga: “Agora vou te agarrar aqui! Aquilo que me fizeste, não pude te cobrar; mas aqui vou te agarrar, porque aqui tenho em minhas mãos a lei para que te sobrevenha. E vou fazer com que pague aqui, na sentença que te darei. Porque vieste aqui lançarei sobre ti também a sentença que queria te dar lá pelo caso que tivemos lá, mas que não pude lhe trazer aqui. Vou lançá-la em dobro!”

E isso é vingança, isso é ira, e isso é raiva. E esse é um juiz que não serve para ser juiz. Esse é um juiz injusto. E se o júri age da mesma forma e se inclina de um lado e de outro, ou porque não gosta de fulano ou sicrano, ou por isto ou por aquilo, esse júri não serve; é preciso trocá-lo.

Portanto, vocês têm que ver estas coisas; e vocês nunca podem guardar rancor, nem ira, nem ódio em seu coração por qualquer coisa que você tenha visto, ou por qualquer coisa que tenha ocorrido. Você não pode abrigar nada disso em seu coração.

Se Lutero fosse o instrumento onde Deus se manifestaria como o Leão da Tribo de Judá teria acabado com todos os judeus. Ele mesmo falou dos judeus, e disse que eles mataram ao Messias e mereciam a morte. E o grupo de Lutero cria da mesma forma.

Estavam guardando ira, ódio e rancor pelo que tinha ocorrido lá, a qual era uma profecia bíblica que tinha que se cumprir conforme a Palavra para o bem de todos os gentios. Se não tivesse morrido nós não estaríamos aqui. Nem Lutero teria pregado a mensagem que estava pregando.

Portanto, não sendo profeta, então não podia ser o instrumento onde Deus atuaria como Juiz, como Leão da Tribo de Judá. Porque para sê-lo tem que ser então uma pessoa que não abrigue rancores nem ódio nem nada com ninguém.

Ou seja, tem que ser uma pessoa neutra em tudo nessas posições e nesses cargos de juiz e de júri. Essas são posições muito, mas muito delicadas. Porque um juiz e um júri podem lançar na prisão a um inocente; ou podem ditar uma sentença maior do que a que deve ter a pessoa; ou podem libertar a um culpado por amizade ou por um afeto, ou porque creem que a pessoa, pois não deve ser condenada devido a ser uma pessoa que tem muita influência no povo; é uma pessoa rica, uma pessoa – você sabe – que ajuda ao governo; pois não deve ser achada culpada ou não deve receber uma sentença tão grande como a que merece seu caso.

Porém, um juiz justo não vê as pessoas, senão que, vê o caso. E vê a intenção com que o fez, sem importar quem seja a pessoa.

Portanto, então você terá que ver nesse grupo que está escolhido para pertencer ao Júri, que intervêm ou intervirá nesse Juízo neste tempo, você terá que ver o quê neles? Que são pessoas que não guardarão rancor com ninguém. Que realizarão seu trabalho no Júri de uma maneira imparcial, que não se inclinarão para um lado nem para outro, senão que, examinarão bem o caso (ou os casos) para quê? Para poder dar uma resposta satisfatória e uma decisão correta num tempo como o que estamos, e em um caso como o que corresponde para este tempo.

Portanto, você já pode se dar conta da hora em que estamos. Você terá que ver em cada um desses escolhidos, que serão neutros. Não importa o que tenha acontecido a você; esses são seus problemas. Mas teremos que enfrentar-nos nesta hora ao caso correspondente que deve ser julgado nesta hora no tempo em que houve uma segunda crucificação. Vê?

Então, nenhuma pessoa pertencente ao Júri poderá pegar os casos ou os problemas que ela tenha tido para tratar de desabafar nessa ocasião. Pelo contrário: “Meus problemas foram meus problemas pessoais, mas não podem estar aí para esse juízo. Ou seja, não podem estar aí para então descontar minha raiva ou minha ira em um caso que não tem nada a ver com o caso que está sendo realizado.”

Meus problemas sou eu que tenho que resolver como puder, conforme a Palavra do Senhor. E você os seus. E todos queremos resolver todos os nossos problemas. E Deus nos tem mostrado como fazer nesta hora para a solução de todos os nossos problemas.

Agora, o problema nesta hora é grande; é a acusação que há: da segunda crucificação do Senhor. E este mundo será julgado. Este mundo religioso será julgado e será condenado por ter crucificado a Palavra neste tempo. E os juízos que lhes sobrevirão será por terem rejeitado e condenado e crucificado a Palavra. Essa é a causa. Essa é a causa pela qual lhes sobrevêm os juízos que têm que vir neste tempo, conforme a Palavra de Deus.

Assim que, você tem que ver bem o tempo em que estamos. E vocês têm que ver que fomos subidos acima, à Era da Pedra Angular, para quê? Para nos assentar lá em cima. Ser adotados e nos sentarmos aí para este Juízo que se apresentou neste Século XX.

Aí em cima então nos assentamos. E é em cadeiras de juízo, para o Juízo deste mundo, para o Juízo da humanidade, para o Juízo de todos os sistemas religiosos. E aí Deus nos colocou.

Agora, recorde que para serem colocados lá em cima – os que Deus sobe lá em cima e os coloca, e diz que são Seus filhos e os adota – foram obedientes; foram fiéis em tudo o que foi mandado que fizessem.

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Última Modificação: segunda 06 abril 2020 11:53
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william soto santiago william soto

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